HISTÓRIA DAS COPAS DO MUNDO



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DURANTE A COPA, PUBLICAREI HISTÓRIAS E CURIOSIDADES SOBRE ALGUNS PAÍSES E POVOS ENVOLVIDOS, NO MAIOR EVENTO FUTEBOLÍSTICO DA TERRA.

HIPÁCIA, MORTA POR INTOLERÂNCIA



Em época de Páscoa (passagem), é sempre bom lembrar que a arrogância e a intolerância religiosa negam historicamente o sacrifício de Jesus. Um desses momentos se deu em Alexandria (Egito), num mês de março, no ano de 415.

Uma mulher foi arrastada pelas ruas, despida, descarnada dentro de uma igreja e seus membros foram arrancados e queimados por ser pagã. Ou melhor, por não ser Cristã. Hipácia é o nome desta filósofa, matemática, professora, conselheira política e belíssima mulher. Que certamente não foi morta apenas por questões religiosas, mas também por questões políticas e ser uma mulher que se destacava num mundo controlado pelo masculino.

Clicando aqui, o leitor/ra será conduzido/a a uma página que tratará do assunto com bastante propriedade.

Boa leitura!

Joaquim José, o Tiradentes



Herói, idealista e líder que demonstrou caráter ímpar em face do julgamento e da morte, ou simples figurante numa conspiração de ricos e poderosos?
por F. G. Yazbeck
Manhã de 21 de abril de 1792. O condenado é conduzido pelas ruas do Rio de Janeiro, cercado pela tropa, desde a prisão até o patíbulo instalado no largo da Lampadosa. A cabeça e a barba raspadas, coberto por uma túnica grosseira e portando um crucifixo, sobe calmamente os degraus, acompanhado do frei encarregado de lhe dar o amparo de orações na hora da morte. A multidão reunida assiste a tudo consternada. Ao atingir o patamar, o homem dirige-se ao carrasco e pede-lhe que abrevie seu sofrimento, ao que este responde pedindo perdão, pois apenas cumpria o que mandava a lei. Tão logo o corpo ainda vivo do Tiradentes projetou-se no espaço vazio, o carrasco Capitania jogou-se sobre seus ombros, firmando-se na corda e forçando seu peso sobre o do enforcado para apressar sua morte.

Cumpria-se assim a sentença pronunciada três dias antes, que condenava o réu “a com baraço e pregão ser conduzido pelas ruas publicas ao lugar da forca e nella morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Villa Rica aonde em lugar mais publico della será pregada, em um poste alto até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregados em postes pelo caminho de Minas” (sic).

SAIBA MAIS. CLIQUE.

O JESUS HISTÓRICO



Estamos bem próximos da Semana Santa e tantas “vias crucis” serão realizadas pelo mundo afora. E tantas opiniões e polêmicas devem circular acerca deste homem (?) e ou mito (?) chamado Jesus Cristo, cuja história comove milhões.
O Mania de História para não ficar de fora desta polêmica boa, deixamos o link abaixo para os curiosos e insatisfeitos de plantão darem uma pesquisada e quem sabe, chegarem a alguma conclusão.
Boa Leitura!

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BREVE HISTÓRIA DO CARNAVAL DE PERNAMBUCO



A História do Carnaval
de Pernambuco, Brasil.

A História do Carnaval

Os festejos carnavalescos foram trazidos pelos portugueses com o nome de entrudo. Era uma brincadeira violenta, onde os foliões lançavam farinha, tinturas e até água suja. Foi proibida oficialmente e aos poucos as batalhas passaram a usar confete e serpentina.

No século XIX, surgem o frevo e o passo, dando ao carnaval de Pernambuco uma identidade única no Brasil. A partir de então, operários urbanos organizaram as primeiras agremiações nos bairros populares.

No início, muitas corporações mantiveram identidade profissional: os caiadores desfilavam juntos, assim como os lenhadores. Mas, com o tempo, foram sendo criados clubes mais abertos, com nomes engraçados: Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente, Toureiros de Santo Antonio.

Ao lado dos maracatus, dos ursos, dos caboclinhos, das escolas de samba, estes clubes, troças e blocos, unindo as influências européias, africanas e indígenas, transformaram o carnaval de Pernambuco no maior caldeirão cultural do Brasil.

Para saber mais da História do Carnaval

A palavra carnaval deriva do latim carnem levare (abstenção da carne) – pois a festa sempre foi comemorada no período que antecede a quaresma, quando se praticava a abstinência da carne. Como diversão popular, o carnaval assume as peculiaridades dos lugares onde ocorre. Todos os carnavais são reminiscências das festas dionisíacas da Grécia Antiga, das bacanais de Roma e dos bailes de máscara do Renascimento.

Se você quer saber mais sobre o Carnaval de Pernambuco, visite a Casa do Carnaval. Ela fica no Pátio de São Pedro, casa 52, bairro de São José, e possui um belo acervo de máscaras, estandartes, roupas de antigas agremiações, além de documentos e mais de mil partituras carnavalescas. Os telefones são: 0055 – 081 – 3424.4942 e 0055 – 081 – 3424.1561.

A FORÇA DOS NATIVOS



O retorno dos incas

Depois de quase cinco séculos, os índios voltam a ganhar espaço na vida política da América Latina
por Fred Linardi

No ano 1533, o assassinato do rei Atahualpa marcou a queda do Império Inca, que havia surgido no século 13 e rapidamente alcançado o posto de maior território unificado da América pré-colombiana, com 1,8 milhão de quilômetros quadrados de extensão. Depois que os espanhóis dominaram a região, passaram-se quase 500 anos sem que os nativos tivessem espaço na política da América Latina. E, de fato, ainda hoje vários países de grande população indígena têm poucos representantes no governo – entre eles, o Peru, onde fica Cuzco, a antiga capital dos incas. Nos últimos anos, essa situação começou a mudar, pelo menos em um local: a Bolívia.

“Antes, os indígenas bolivianos só trabalhavam como carregadores em supermecados ou como empregados domésticos. Agora é possível encontrá-los diante de uma mesa de escritório”, afirma Vivian Urquidi, professora do Observatório de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo. Essas alterações começaram em outubro de 2005, quando o descendente de índios Evo Morales foi eleito presidente. Além de declarar como oficiais as 36 línguas faladas em território nacional, ele levou os nativos a cargos políticos de grande responsabilidade. A ministra da Justiça, Casimira Rodríguez, que era líder sindical da etnia quíchua, é um desses casos. A vereadora Gumercinda Quisbert, o ministro da Água, Abel Mamani, e o deputado Ricardo Díaz são outros nomes locais situados em importantes gabinetes.

Mas não é só a eleição de Morales que explica essa mudança. “O contingente indígena da Bolívia é bem mais politizado que em outros países vizinhos. Há décadas essas pessoas se organizam em sindicatos”, diz a professora Vivian. Desde que o país se tornou uma república independente, em 1825, a população índia, que hoje soma 85% do total, organiza protestos contra a política de distribuição de terras, que, segundo os manifestantes, é discriminatória. Em meados do século 20, os nativos chegaram a ocupar o poder por poucos anos. Foi em 1952, quando uma revolução levou o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR) ao governo. O grupo nacionalizou as minas bolivianas, iniciou uma reforma agrária e instituiu o voto universal – até então, mulheres e índios não votavam. Também nessa época surgiram os movimentos campesinos, formados por plantadores de coca, uma planta muito consumida por etnias locais, que a usam para fazer chá ou mastigar sua folha. A grande importância cultural dos “cocaleros” deu força política à Federação do Trópico de Cochabamba. Em 1997, a entidade levou seu presidente, Morales, a conquistar uma vaga no Congresso. Como mandatário do país, em 2007 ele elaborou uma nova Constituição. Entre as leis que encontram mais resistência estão a que obriga todo presidente boliviano a falar pelo menos um dialeto indígena e a que cria tribunais locais com juízes nascidos na região onde atuam. A Carta precisa ser aprovada em plebiscito.

FORÇA NATIVA
A situação dos índios no continente

EQUADOR
População indígena: 25%
Situação: Lideram uma grande entidade social, a “Confederación de Nacionalidades Indígenas del Ecuador”. Em 1990, paralisaram o país com confllitos por terra. Em 1997, ajudaram a derrubar o presidente Abdalá Bucaram

PERU
População indígena: 40%
Situação: Na terra de Cuzco e Machu Picchu, os poucos índios que alcançam cargos políticos evitam assumir publicamente a condição de mestiços

CHILE
População indígena: 5%
Situação: No início deste ano, o assassinato de um estudante de ascendência mapuche causou forte pressão contra o governo, que reagiu criando às pressas uma coordenadoria de políticas indígenas.

GUATEMALA
População indígena: 40%
Situação: Depois de forte repressão nos anos 70 e 80, hoje o país conta com quase 20 deputados indígenas e uma ministra descendente de maias.

BRASIL
População indígena: 0,2%
Situação: Em 2005, o índio José Nunes se tornou o primeiro prefeito a governar um município brasileiro. O local é São João das Missões, aldeia ao norte de Minas Gerais, que também passou a ter dois vereadores descendentes.