Clima Frio / Quem disse que você precisa sair do Nordeste pra tomar chocolate quente?


Alguns lugares incríveis para você aproveitar o inverno no Nordeste

A primeira coisa que vem em mente quando pensamos no Nordeste com certeza são as altas temperaturas, praias e dunas. É o destino ideal para quem gosta de curtir o calor por todo o ano, sem dúvidas! Mas engana-se quem acredita que a região se resume somente a isso. O inverno no Nordeste existe, e algumas cidades e lindas regiões possuem altas atitudes suficientes para fazer qualquer viajante tirar o casaco da mala durante o friozinho e ainda curtir um chocolate quente e um bom vinho. Quer saber quais são elas?

1. Guaramiranga – Ceará

TRIVAGO

A 800 metros acima do nível do mar, precisamente na Serra de Baturité, a Suíça do Ceará pode atingir temperaturas aproximadas a 12°C no inverno. A cidade é pequena, mas conta com uma infraestrutura bem deliciosa para receber os visitantes, com restaurantes e barres com música ao vivo no centrinho, pousadas aconchegantes e hotéis luxuosos, trilhas na serra, parques e uma paisagem encantadora.

2. Garanhuns – Pernambuco

O inverno em Garanhuns já é tão popular que a cidade recebe o tradicional Festival de Inverno. As temperaturas chegam a marcar 16°C, ideal para visitar o Castelo de João Capão, o Relógio das Flores, o Parque Ruber Van Der Linden, entre outros pontos turísticos.

3. Martins – Rio Grande do Norte

Considerada a Campos de Jordão do nordeste, Martins bate os 15°C Cultural em meados de agosto. A região ainda conta com alguns pontos turísticos como o Mirante da Carranca e a Casa de Pedra.

4. Areia – Paraíba

A colorida Areia costuma ter temperaturas amenas o ano inteiro, mas é no inverno que os termômetros batem os 12°C. Os viajantes encontram pousadas acolhedoras, museus, teatro, restaurantes com comida típicas e uma arquitetura antiga da época dos engenhos de cana de açúcar.

5. Chapada Diamantina – Bahia

A conhecida e movimentada Chapada Diamantina fica ainda mais charmosa no inverno, com temperaturas mínimas entre 8°C a 15°C de manhãzinha e também a noite. E para curtir este friozinho, os inúmeros restaurantes com comidas regionais e também de outras partes do mundo, regadas a um bom vinho ou cerveja artesanal garantem uma estadia bem prazerosa na região.

6. Vitória da Conquista – Bahia

Em alguns dias do ano, os termômetros nesta cidade baiana chegam a marcar 10°C por conta dos seus 900 metros de altitude. Em Agosto acontece o Festival de Inverno Bahia, que reúne alguns nomes conhecidos da música popular brasileira e os pontos turísticos mais conhecidos do local são: o Cristo de Mário Cravo, uma escultura de Jesus crucificado com traços nordestinos, e também o Memorial Casa Régis Pacheco, um casarão considerado patrimônio arquitetônico da cidade, que narra a história política da região.

7. Triunfo – Pernambuco

HISTÓRIAS E CENÁRIOS NORDESTINOS

A cidade mais alta de Pernambuco fica no meio do sertão nordestino, mas ainda sim atinge temperaturas de 11°C no inverno. Você pode curtir a programação cultural do Cine Teatro Guarani, andar de pedalinho ou teleférico no Lago João Barbosa Sintonio, visitar o Museu da Cachaça no Engenho São Pedro, e marcar presença em outros pontos turísticos. Em agosto acontece o Festival de Cinema de Triunfo.

8. Gravatá

Gravatá faz parte do Circuito do Frio de Pernambuco, juntamente com Triunfo e Garanhuns, e não é para menos: o outono e inverno da cidade costumam ser bem rigorosos. Não deixe de visitar a Rua Duarte Coelho, o Famoso Polo Moveleiro da cidade, que conta também com algumas lojas renomadas, cafés e trabalhos de artistas plásticos.

Fonte: viajali.com.br

Graduação / Turismólogo


Considerando os ataques vergonhosos contra nossas universidades públicas federais, centros de excelência, reforçamos aqui a importância dos estudos em curso superior para avançar na área do turismo. Um dos setores de maior empregabilidade no mundo, sofre menos impactos das novas tecnologias e que carece de mão de obra qualificada para atuar em diversas áreas.

Sobre o curso de Turismo

O curso de Turismo forma profissionais capazes de planejar, organizar, promover e divulgar viagens, eventos e atividades de lazer e negócios. O profissional deve possuir visão globalizada e sensibilizada para os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos.

Ao final do curso, o aluno se qualifica a elaborar roteiros, acompanhar turistas, organizar feiras, congressos e exposições além de gerenciar pessoas e administrar o negócio. Também se capacita a analisar e propor processos que permitam o desenvolvimento responsável da atividade.

A aprendizagem é multidisciplinar, e envolve, além do Turismo, Economia, Administração, Cultura, Artes, História, Geografia, Meio Ambiente e Gastronomia.

No mercado de trabalho o bacharel em Turismo pode atuar em hotéis, empresas de eventos e empreendimentos de lazer ou em prefeituras e órgãos públicos. O turismólogo trabalha em agências de turismo, setores de restauração, parques, nos transportes e em outros segmentos estratégicos.

O desenvolvimento científico e tecnológico faz com que surjam segmentações de público e novas possibilidades de expansão, tanto do Turismo quanto de profissionais qualificados da área.

Fonte: Quero Bolsa

Previdência social nunca foi privilégio, sempre foi um direito. O direito de envelhecer com dignidade.


Sobre a história da Previdência mundial, o primeiro país que criou um plano de aposentadoria foi a França, em 1673, construindo um sistema estatal exclusivo para os membros da Marinha Real que dois séculos depois se estenderia para os funcionários públicos.

No Brasil, não foi diferente. Sistemas análogos ao previdenciário surgiram a partir de 1888 beneficiando principalmente setores que eram importantes para o império: os funcionários dos correios, da imprensa nacional, das estradas de ferro, da marinha, da casa da moeda e da alfândega. Mas é só em 1923 que o Brasil vê o ponto de partida da história da Previdência social como a conhecemos hoje.

A Lei Eloy Chaves, de 1923, é considerada o marco inicial da história da previdência brasileira. Ela leva o nome do deputado federal paulista que articulou, junto às companhias ferroviárias, a criação da base desse sistema – consolidando-a na referida lei. Basicamente, essa norma estabeleceu a criação de uma Caixa de Aposentadoria e Pensão (CAP)para ferroviários de cada uma das empresas do ramo na época.

No sistema de CAPs, o governo era responsável pela criação das caixas e pela regulação do seu funcionamento, mas a gestão desses fundos foi delegada à iniciativa privada: elas eram administradas por uma parceria entre um conselho composto por representantes da empresa e dos empregados, que também seriam os responsáveis por financiá-las.

Apesar das políticas e leis anteriores a 1923, esse marco abre o precedente para que o benefício seja estendido para outros setores através de novos sistemas – ainda priorizando os de interesse do estado – no período até 1934, como os portuários, telegráficos, servidores públicos e mineradores.

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OPINIÃO / Ciências Humanas, quem precisa delas? Imaginar que a formação das Humanas atrapalhe o país, gastando recursos escassos sem retorno garantido, é como achar que de nada adianta investir em saúde, já que todos vamos mesmo morrer


Excelente artigo de opinião que merece ser replicado num momento tão obscuro da nossa história. Fica aqui toda a solidariedade aos professores e profissionais de pesquisa que nos ajudam a entender melhor a sociedade para que todos possamos viver melhor, sermos mais humanos.

Segue aqui a matéria completa.