Graduação / Turismólogo


Considerando os ataques vergonhosos contra nossas universidades públicas federais, centros de excelência, reforçamos aqui a importância dos estudos em curso superior para avançar na área do turismo. Um dos setores de maior empregabilidade no mundo, sofre menos impactos das novas tecnologias e que carece de mão de obra qualificada para atuar em diversas áreas.

Sobre o curso de Turismo

O curso de Turismo forma profissionais capazes de planejar, organizar, promover e divulgar viagens, eventos e atividades de lazer e negócios. O profissional deve possuir visão globalizada e sensibilizada para os aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e políticos.

Ao final do curso, o aluno se qualifica a elaborar roteiros, acompanhar turistas, organizar feiras, congressos e exposições além de gerenciar pessoas e administrar o negócio. Também se capacita a analisar e propor processos que permitam o desenvolvimento responsável da atividade.

A aprendizagem é multidisciplinar, e envolve, além do Turismo, Economia, Administração, Cultura, Artes, História, Geografia, Meio Ambiente e Gastronomia.

No mercado de trabalho o bacharel em Turismo pode atuar em hotéis, empresas de eventos e empreendimentos de lazer ou em prefeituras e órgãos públicos. O turismólogo trabalha em agências de turismo, setores de restauração, parques, nos transportes e em outros segmentos estratégicos.

O desenvolvimento científico e tecnológico faz com que surjam segmentações de público e novas possibilidades de expansão, tanto do Turismo quanto de profissionais qualificados da área.

Fonte: Quero Bolsa

Previdência social nunca foi privilégio, sempre foi um direito. O direito de envelhecer com dignidade.


Sobre a história da Previdência mundial, o primeiro país que criou um plano de aposentadoria foi a França, em 1673, construindo um sistema estatal exclusivo para os membros da Marinha Real que dois séculos depois se estenderia para os funcionários públicos.

No Brasil, não foi diferente. Sistemas análogos ao previdenciário surgiram a partir de 1888 beneficiando principalmente setores que eram importantes para o império: os funcionários dos correios, da imprensa nacional, das estradas de ferro, da marinha, da casa da moeda e da alfândega. Mas é só em 1923 que o Brasil vê o ponto de partida da história da Previdência social como a conhecemos hoje.

A Lei Eloy Chaves, de 1923, é considerada o marco inicial da história da previdência brasileira. Ela leva o nome do deputado federal paulista que articulou, junto às companhias ferroviárias, a criação da base desse sistema – consolidando-a na referida lei. Basicamente, essa norma estabeleceu a criação de uma Caixa de Aposentadoria e Pensão (CAP)para ferroviários de cada uma das empresas do ramo na época.

No sistema de CAPs, o governo era responsável pela criação das caixas e pela regulação do seu funcionamento, mas a gestão desses fundos foi delegada à iniciativa privada: elas eram administradas por uma parceria entre um conselho composto por representantes da empresa e dos empregados, que também seriam os responsáveis por financiá-las.

Apesar das políticas e leis anteriores a 1923, esse marco abre o precedente para que o benefício seja estendido para outros setores através de novos sistemas – ainda priorizando os de interesse do estado – no período até 1934, como os portuários, telegráficos, servidores públicos e mineradores.

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OPINIÃO / Ciências Humanas, quem precisa delas? Imaginar que a formação das Humanas atrapalhe o país, gastando recursos escassos sem retorno garantido, é como achar que de nada adianta investir em saúde, já que todos vamos mesmo morrer


Excelente artigo de opinião que merece ser replicado num momento tão obscuro da nossa história. Fica aqui toda a solidariedade aos professores e profissionais de pesquisa que nos ajudam a entender melhor a sociedade para que todos possamos viver melhor, sermos mais humanos.

Segue aqui a matéria completa.